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PAGODE

Antigamente o pagode era associado a festas em casas e quadras dos subúrbios cariocas, nos calçadões de bares do Centro do Rio de Janeiro e da periferia, regadas a bebida e com muito samba. No entanto, foi em São Paulo, nos fundos de quintais, onde surgiu com força uma forma de dançar que acompanhava as modificações musicais que diferenciava o pagode do samba tradicional. Com andamento mais ligeiro, exigindo uma marcação diferente e rápida, e menor deslocamento pelo espaço, foram acrescentados ao pagode diversos novos instrumentos como o repique de mão - criado pelo músico Ubirany, do grupo Fundo de Quintal -, o tantã - criado pelo músico e compositor Sereno, do grupo Fundo de Quintal - e o banjo com braço de cavaquinho - criado por Almir Guineto -, instrumentos que deram a tônica para se acrescentar os movimentos de “caída”, ”cadeira” e outros passos mais acrobáticos. Um bom pagode pode ser dançado ao som de Almir Guineto, Zeca Pagodinho,  grupo Fundo de Quintal, Jovelina Pérola Negra, Jorge Aragão, inimigos da HP, Art Popular, Revelação, Jeito Moleque,entre outros.

 

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